
Querido, não duvide dos meus motivos, nem da minha capacidade em abandonar um sentimento. Eu amo feito um monstro,que alimenta a presa para depois devorá-la.Esse é o meu amor, seria o nosso amor.Não me cabe ao entendimento essa sua intenção de guardar tudo num arquivo de escritório.Engavetado, lúgubre, quase sem sal , sem medo, sem surpresa.
Sem surpresa, meu Deus, sem surpresa!!!
Que tipo de amor se mantêm onde todos os dias são escuros e frios, como um armário cinzento da repartição pública? Público, comum, corrupto.E fraco.Daquelas salas de politicagem ( e eu nem sei se existe essa palavra)onde um olha para o outro e finge gostar das prisões, das mentiras, da sobriedade em que se encontram.
Eu - de toda minha esquisitice- só não posso ser assim.Só não posso me conter, nem fingir gostar do cinza.Eu quero vermelho, meu caro.Vermelho sangue, vermelho paixão, vermelho que te fere os olhos e te instiga a percepção.
Tira o terno meu amigo. A vida só se vive nu!
Boa noite
Que tipo de amor se mantêm onde todos os dias são escuros e frios, como um armário cinzento da repartição pública? Público, comum, corrupto.E fraco.Daquelas salas de politicagem ( e eu nem sei se existe essa palavra)onde um olha para o outro e finge gostar das prisões, das mentiras, da sobriedade em que se encontram.
Eu - de toda minha esquisitice- só não posso ser assim.Só não posso me conter, nem fingir gostar do cinza.Eu quero vermelho, meu caro.Vermelho sangue, vermelho paixão, vermelho que te fere os olhos e te instiga a percepção.
Tira o terno meu amigo. A vida só se vive nu!
Boa noite
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